Arquitetura Grega

Arquitetura Grega

Compartilhe

WESTWING NA MÍDIA:
Quer saber mais? Leia nosso guia!

Guia Westwing paraArquitetura Grega

A arquitetura grega antiga é de grande importância para o mundo ocidental e sua influência pode ser vista ainda nos dias de hoje. Devido a sua assimilação ao modelo romano, alguns pesquisadores agrupam ambos os estilos denominando-os de arquitetura clássica. A época em que as obras arquitetônicas gregas mais se desenvolveram foi entre os séculos VII a.C. e IV a.C., concentrando-se principalmente no estilo das edificações religiosas, com grande rigor de dimensões.

A arquitetura grega tem como princípios a racionalidade, a ordem, a beleza e a geometria, não sendo tão funcional quanto outros modelos antigos. O seu traço mais marcante é o uso de colunas, que podem ser divididas em três diferentes ordens características:  dórica, jônica e coríntia. No Westwing você descobre as principais referências da arquitetura e da decoração moderna e se inspira para transformar a sua casa e, também, realizar viagens incríveis. Confira nossas novidades!

Arte e Arquitetura Grega

A arquitetura grega está intimamente ligada a arte da região. Os gregos foram os primeiros artistas realistas da história, portanto se preocupavam em representar a natureza como ela realmente é e, para isso, foi fundamental o estudo de proporções e perspectiva, essenciais às obras arquitetônicas do período.

A arte e arquitetura grega muitas vezes se confundem, pois eram tratadas com os mesmos princípios e paixão. Tendo os templos e esculturas como suas principais manifestações, a arquitetura e a arte tinham como objetivo a procura da beleza, unidade e harmonia universais, unidas por uma filosofia que buscava a relação entre o homem e o divino, a origem do mundo e a vida e a morte. A arquitetura grega buscava unir de forma harmoniosa os conceitos de vida pública e vida religiosa.

Arquitetura Grega: Estilos

A arquitetura grega evoluiu a partir de influências das culturas micênica e mediterrânea. Um sistema de ordens definiu as proporções para todos os componentes arquitetônicos, de acordo com proporções matemáticas predefinidas. As unidades de medida se baseavam no diâmetro de uma coluna, com derivações para outros elementos. Assim sendo, a arquitetura grega tinha no templo sua principal expressão e, na coluna, sua peculiaridade, como podemos ver por suas classificações:

  • Ordem dórica: decoração do templo com ênfase na estrutura. O formato básico fundamenta-se na estrutura retangular de mármore, cercada por uma fileira dupla de colunas, com um pórtico na frente e outro atrás. Cada coluna grega era segmentada por tambores sobrepostos, com 20 canaletas ou entalhes verticais.
  • Ordem jônica: templos mais delicados que os dóricos, utilizando motivos abstratos ou semi-abstratos para simbolizar a vida orgânica. As características que mais os identificam são os frisos que enfeitam a parte da frente e de trás dos prédios. Podiam ser projetados com dois andares, com pórticos para cada um e colunas de diferentes alturas.
  • Ordem coríntia: surgiu durante o período helenístico, quando a arquitetura grega passa a usar ornamentos inspirados no acanto e outras plantas. Sua principal marca é o capitel das colunas moldado como um sino invertido cercado por folhas.

A maior marca da arquitetura grega pode ser vista ainda hoje em Atenas, a Acrópole coroada pelo Parthenon, que representa o apogeu da técnica e da beleza artísticas do período clássico da Grécia Antiga. Não resta dúvida que o templo foi o maior legado da arquitetura grega para o ocidente.

Próximas campanhas