Arquitetura Pós-Moderna

Arquitetura Pós-Moderna

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Guia Westwing paraArquitetura Pós-Moderna

Da vida à arte – até mesmo porque dizem que uma imita a outra, e vice-versa –, todo ciclo parece se encerrar quando um novo tem início, e que costuma surgir para entrar em desacordo com o ciclo anterior. Em reforço à ideia, a arquitetura pós-moderna bateu os pés e virou as costas para o movimento arquitetônico até então em voga: o modernismo. Novas ideias e projetos começavam a efervescer, em meados da década de 1960.

Nessa mesma década, uma série de profissionais e especialistas da área começaram a difundir o novo pensamento, que vinha para plantar um basta nas ideias convencionais e na padronização em massa de projetos, cuja sequência segura e passou a afundar a criatividade arquitetônica. Confira, neste especial do Westwing sobre a arquitetura pós-moderna, os desafios e as ideias de um movimento que buscou resgatar a ousadia e inovação em projetos arquitetônicos!

O Contexto da Arquitetura Pós-moderna

Quando a arquitetura pós-moderna passou a ser discutida, já estávamos na segunda metade do século XX, com as suas mudanças sociais e culturais em expansão. Nos Estados Unidos e Europa, esse caldeirão cultural estava em ebulição, praticamente, com ideias e inovações que pareciam maiores – ou adjacentes – a muitas das linhas de pensamentos que vinham se seguindo, até então.

A arquitetura pós-moderna é uma delas, batendo de frente com o modernismo que se pregava à época na construção e design de múltiplos projetos arquitetônicos.

A crítica da arquitetura pós-moderna era explícita: o urbanismo praticado, com uma proposta monumental e impessoal, estava reduzindo o apelo artístico da arquitetura. Na década de 1960, os críticos mais ferrenhos do modernismo eram a socióloga e ativista política Jane Jacob e o arquiteto Christopher Alexander. Com a arquitetura pós-moderna, ambos despertaram uma crítica coletiva que ganhou força nos anos seguintes e buscou recuperar uma criatividade latente nos projetos arquitetônicos de todos os portes e continentes.

Mas foi na Europa e nos Estados Unidos que esse apelo ganhou, de fato, força. Esse eco artístico evidente foi só sentido, contudo, já na década de 1980, quando se viu a herança que a arquitetura pós-moderna passava a deixar, com obras prontas e marcadas para a posteridade.

Reflexões Sobre a Arquitetura Pós-moderna

Vale ressaltar que a importância da arquitetura pós-moderna também entrou em colisão com um fato inusitado: a sua própria importância. Assim, todo o sucesso e apoio que o movimento atingiu, nas décadas de 60 e 70, apresentaram uma imensidão de projetos arquitetônicos que se inspiravam, igualmente, na ironia com as referências históricas – uma das fortes marcas da arquitetura pós-moderna.

Muitas obras com a mesma levada culminaram em um formato caricato da arquitetura pós-moderna. O legado se estendeu e, hoje em dia, essa mesma inspiração é um dos motes mais repercutidos para traduzir sofisticação e elegância – como vemos, costumeiramente, nas decorações e projetos de grandes shoppings ou centros comerciais de pequeno, médio e grande portes.

Interessou-se pela arquitetura pós-moderna? Então confira as inspirações que o Westwing tem para apresentar e mantenha viva a riqueza desse movimento!

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