Arquitetura Romana

Arquitetura Romana

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Guia Westwing paraArquitetura Romana

A arquitetura romana antiga é de grande importância para o mundo ocidental e sua influência pode ser vista ainda nos dias de hoje. Devido às suas semelhanças com o modelo grego, alguns pesquisadores agrupam ambos os estilos, denominando-os como arquitetura clássica. No entanto, a arquitetura romana tem características e avanços que vão muito além do usado nas construções da Grécia, resultado da longevidade e extensão do Império Romano.

A arquitetura romana se caracteriza  pela sua solidez, com o emprego de arcos, abobadas e tetos curvos que nenhuma civilização grande anterior conhecia. Suas obras se espalharam por toda a Europa na forma de aquedutos, estradas, pontes, basílicas, residências, arcos do triunfo e panteões. Nunca antes uma civilização havia feito tanto para a arquitetura. No Westwing você confere as melhores referencias históricas e atuais para compor a decoração da sua casa e ainda ficar por dentro dos principais movimentos e estilos arquitetônicos. Inspire-se!

Características da Arquitetura Romana

Por fazer parte de uma sociedade em constante expansão, a arquitetura romana sofreu influência de muitas culturas antigas, em especial a grega e a etrusca, fazendo com seja muito diversificada.

Da Grécia, a arquitetura romana se apropriou de muitos traços, principalmente das concepções dos estilos jônico, dórico e coríntio, porém conseguiu imprimir suas próprias características com a criação das ordens toscana (um dórico mais simplificado) e compósita (que unia coríntio e jônico).

Com os etruscos, acredita-se que os romanos aprenderam a construir pontes, fortificações, arcos, sistemas de drenagem e aquedutos. Porém, isso não é confirmado, pois as obras etruscas não sobreviveram a ação do tempo e de guerras.

A arquitetura romana refletia uma postura sóbria de seu povo e tinha função basicamente prática – ao contrario do que acontecia com os gregos – por isso a utilizaram para construir estradas, sistemas de fornecimento de água, banheiros e lavatórios públicos, além de blocos de prédio que chegavam a ter oito andares.

O incêndio de Roma em 64 d.C. teve grande impacto na arquitetura romana. Após o desastre, o imperador Nero ordenou que a reconstrução da cidade, e todas as obras seguintes, fossem feitas com concreto, e não mais barro e madeira, deixando os edifícios da capital muito mais sólidos e resistentes. O uso do concreto aumentou as possibilidades da construção civil e um grande número de prédios foram erguidos sem o uso de colunas.

Arquitetura Romana: Inovações e Legado

A arquitetura romana presenciou várias inovações que ainda são muito utilizadas hoje. Os romanos foram responsáveis pela invenção de uma espécie de cimento (base para o modelo que utilizamos hoje), do concreto armado e do ladrilho.

Assim como as construções atuais, os principais materiais utilizados na arquitetura romana eram a pedra cortada em blocos regulares, o tijolo de concreto, alvenaria, madeira, gesso, mármore e azulejos.

As abobadas também são uma construção romana e até hoje é possível encontra-las em algumas obras. Além disso, basílicas (edifícios construídos em praça pública)  e aquedutos continuam sendo constantemente levantados, dependendo da necessidade. A arquitetura romana ainda deu origem ao teatro plano, muito utilizado hoje em salas de apresentação, faculdades, cinemas etc.

Alguns das principais obras da arquitetura romana são o Coliseu, o Palatino, os arcos de Constantino e de Tito, o Panteão e a Pont du Gard (na França). Viaje e inspire-se com essa arquitetura tão rica e influente para nós.

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